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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

· LAGRIMA PERDIDA



·         Meu amor, a noite caiu. Já escureceu.
O Sol já adormeceu e a lua no céu apareceu.
Nesta noite seca e quente olho o infinito da minha janela
e vejo o espaço azul celeste banhado pelo luar.
Neste momento escapa dos meus olhos uma lágrima furtiva, tímida como quem a procurar alguém. Procuro na realidade por você, que partiste e já não voltas mais. Como a esperança é a ultima a morrer teimo em te esperar e as vezes ainda brilha em meus olhos  o luar como se ainda  reconhecesse  as estrelas do mar.

Para lá do horizonte uma luz, encandeia o meu olhar. Agora tenho os olhos fixos na luz da lua e das estrelas como quem  precisa conversar. E estrelas fulgentes e  brilhantes brilham no céu como diamantes. Brilham ‘’no meu céu como se vissem você meu diamante!’’
Então grito à noite o meu grito de saudade! Grito olhando o infinito manto negro, que cobre o horizonte agora. Mas você não vem, não vem mais pra me ver, pra me tocar, pra me beijar, pra me sentir. Então sinto o coração apertar e na garganta um nó se forma. Tento não chorar, mas não consigo mais segurar e então mais uma vez me ponho a chorar sua ausência. Como dói ainda a saudade de você meu amor.
Nesta noite, neste luar que ilumina o meu olhar viajo num sonho sem parar e mergulho na escuridão, que me desencanta.
 E assim percorro esta estrada sem paisagem, sem cor, sem rumo. Sem você! E vou divagando nesta vida,  porque a minha saudade já não tem  mais cura.
Sempre te quererei. 

By Gisela Bueno.

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