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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

 

 ''Sopra o vento.


 A Lua muda no céu hoje não ouve meu lamento... 
E na escuridão que sempre me é abrigo, 
Espanto-me... vejo o pulsar de estrelas em seu negro manto... 
Brisa... 
Uma canção mais terna já esquecida se faz ouvir... 
E onde o som do vôo dos fantasmas ecoavam, Ouço o lufar de asas claras e místicas... 
Sinto paz... Afasto a mente que me obriga aos pensamentos... 
Deixo no peito um irreconhecível coração falar de sentimentos... 
E por um momento a escuridão se desfaz... 
Asas.. 
Brilhantes, radiantes, torrentes de luz pulsante... 
Anjo... esqueço a cabeça pensante... 
E revelo a Ti meu coração amante. ” 

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