Já não adianta falar minhas palavras, pois já não ecoam em teus ouvidos que cansaram dessa minha melodia, eles querem as de um pretérito que julgava perfeito, mas que perdeu-se em ondas sulcadas em teu rosto por lágrimas grossas.
Desejo que um dia você perceba que as tuas pernas são mais fortes e menos solitárias do que com esse futuro mais que perfeito de pretérito perfeito tão sonhado como muleta!
Gisela

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