Este foi um fim-de-semana repleto de iguarias
cobertas de chocolate. Amêndoas foram poucas, tirando as que partilhámos entre
beijos e lambidelas. Mas o chocolate esse foi em abundância. No meu corpo. No
dele. Nas mãos, nos dedos.
Escolhida a dedo a divisão vazia para dar azo a toda esta gulodice. Apenas um lençol branco a cobrir o chão. Um pote cheio de chocolate derretido e um desejo louco de partilhar tanta doçura.
Muito riso para adicionar aos poucos.
Revezamo-nos nas carícias. Na paixão que extravasava dos nossos dedos.
Umas vezes mais agitado, outras mais suavemente, o chocolate manteve-se no ponto ideal por horas.
Os corpos ficaram cobertos daquele creme doce acastanhado e cobertos um pelo outro. O som de pele contra pele foi substituído por um som alucinadamente guloso.
Por perto sobraram algumas amêndoas espalhadas. As que dançaram nas nossas bocas complementaram este dia do chocolate.
Quando repetimos?
Pode ser chantilly da próxima vez?
Escolhida a dedo a divisão vazia para dar azo a toda esta gulodice. Apenas um lençol branco a cobrir o chão. Um pote cheio de chocolate derretido e um desejo louco de partilhar tanta doçura.
Muito riso para adicionar aos poucos.
Revezamo-nos nas carícias. Na paixão que extravasava dos nossos dedos.
Umas vezes mais agitado, outras mais suavemente, o chocolate manteve-se no ponto ideal por horas.
Os corpos ficaram cobertos daquele creme doce acastanhado e cobertos um pelo outro. O som de pele contra pele foi substituído por um som alucinadamente guloso.
Por perto sobraram algumas amêndoas espalhadas. As que dançaram nas nossas bocas complementaram este dia do chocolate.
Quando repetimos?
Pode ser chantilly da próxima vez?
By Gisa
Do blog:http://www.contossecretos.com/?p=583
Nenhum comentário:
Postar um comentário