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sábado, 28 de julho de 2012

Diversos...







Na tua ausência
na tua ausência
Na tua ausência relembro os momentos que passei junto contigo. Junto pedaços de memórias como se de pequenas partículas se tratassem. Junto todas estas passagens na busca da reconstrução perfeita de cada momento, de cada sentimento e de cada partícula do nosso amor. Amo-te para lá do que simples palavras são capazes de descrever e para além das palavras do mais talentoso dos poetas.
Relembro o teu toque suave que me encantava e me brindava de uma nova vida ou somente de uma nova forma de o ver. Relembro os teus braços à volta do meu pescoço, do meu corpo e sobretudo do meu coração. Lembro-me de me sentir completo e preenchido perante a tua presença.
Lembro-me de navegar no teu corpo, da forma como me deixa louco. Lembro-me da forma de o tocar, lembro-me da forma de te amar e relembro tudo longe de ti. Porque simplesmente é um ser como nunca vi e que não consigo transpor para palavras. Na tua ausência planeio o plano perfeito para te dar o mundo quando estiver na tua presença, para ser teu em toda a minha inocência e para te amar para lá da minha ausência.

Erotismo em letras
erotismo em letras
Sinto mais que desejo, quando penso mais em ti. Palavras que não digo e não esqueço o que sinto por ti. Em labirintos de persuasão onde tento encontrar uma saída, onde me perco e me deixo descoberto para os enredos desta vida.
Em palavras te enredo numa teia de persuasão, em palavras te mostro o caminho do meu coração. Em sentimentos que transmito solto um grito que me leva a ti, em cada palavra um desejo, um desejo de te desejar a ti.
O amor é intenso, como intensas são as palavras que fruem do meu pensar, como perfeito é te ter e como perfeito é te amar. Em palavras me afogo como me afogo em meu escrever, como me delicio em teu corpo e em tudo o que tem para oferecer. Escrevo por simples palavras o que não consegue ser descrito, o que apenas consegue ser vivido. Vivido para além das palavras, para além dos sentimentos que a tua presença é capaz de nutrir. Para além das palavras que este poeta consegue construir. Para além de mim e da minha essência, para além de mim e da minha própria consciência.

Um desejo que não tem fim
prosa erótica
Faltam-me as palavras mas mesmo assim escrevo. Escrevo à medida que o meu pensamento te relembra e me enche de um prazer semelhante ao que experimentei a teu lado. Escrevo à medida que denoto que uma paixão assim nunca haveria sentido e nunca mais irei sentir. Escrevo à medida que constato que me sinto a pessoa mais feliz do mundo por te ter a meu lado e por seres somente minha de todas as formas.
Desejo-te constantemente, sinto algo em mim diferente, uma vontade mais que louca em amar-te loucamente. Sem ti já não faria sentido, porque todo o meu mundo ou grande parte dele está agora edificado ao teu lado. Está descrito no teu corpo, na ondulação dos teus seios que em noites de puro desejo não consigo renegar. Quando te dás por completo chego a pensar que o céu desceu à terra para fazer um pacto com o diabo na ascensão do prazer.
Por entre o teu corpo navego.
Navego sem medo de me perder.
Navego no corpo em que perco,
sem medo de perante ele ceder.
Cedo, indefeso,
não consigo não o fazer,
morro por ti de desejo,
com vontade de em ti morrer.
Perco-me sem sentido,
sem vontade de me encontrar,
navego em teu corpo perdido,
num desejo sem findar.
Morro em desejo,
um desejo que nunca terá fim,
amo-te por inteiro,
porque nunca senti nada assim.

Linhas eróticas
Que saudades que guardo do teu corpo. Saudades de um simples toque na tua pele suave, que me fazia tremer pelo simples fato de saber que te tocava. Tocava não só o teu corpo, mas o teu coração, que sentia palpitar suave quando beijava o teu peito. Sinto saudades de te abraçar junto do meu coração, para transmitir-te toda a força que me transmites de forma a ficarmos equilibrados.
És como uma pequena flor talhada na perfeição, que me enche de desejos loucos e ao mesmo tempo me sufoca de medo de machucar uma simples pétala. Sendo tu a minha flor, confesso que gostaria de beijar as tuas pétalas, descer pelo teu caule e viver nas tuas raízes, mas tudo isto não passam de metáforas.
Eu ao contrário de ti não sou uma flor, se fosse por certo seria uma com bastantes espinhos. Lutaria ao máximo para te defender, mas sempre que te aproximasse a uma distância de me afogar o coração. Conhecerias os meus espinhos. Não tenho maus espinhos, apenas espinhos de loucura sempre que te imagino e que me imagino nos teus braços.
Não sou muito mais que palavras,
e sem palavras nada sou,
sou pouco mais do que aquilo que faço
pouco mais do que me criou.
Gostava de poder ser melhor,
mas melhor não sei ser,
por vezes gostava de desistir,
por momentos desaparecer.
Gostava de ter mais,
mas mais não consigo ter,
por vezes gostava de desistir,
por outras quero viver.
Não sou mais do que isto,
pouco mais sei escrever,
as ideias parecem mortas,
como morto o meu viver.
Por isso liberto as palavras
para quem as apanhar,
e aqui fico pensativo
com vontade de te beijar.
(http://vigilanteworld.com/category/erotismo/prosa-erotica-erotismo)

By Gisa

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