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sábado, 28 de julho de 2012

Momento sóbrio.




O QUE NOS PERMITE O MOMENTO...

O que nos permite o momento nem sempre é o que desejamos, mas sempre conseguimos nos esforçar ou “repor” de outra maneira: se não podemos dar o abraço ou o beijo desejado, palavras de amor são bem vindas; se não podemos estar presente fisicamente, há o podemos fazer em pensamentos com bons pensamentos, numa troca de energia!
Mas, às vezes estamos meio amargos, e o doce das palavras fica menos presente, a energia menos fluente, o pensamento mais tristonho!
...Há dias em que a nossa presença é uma imensa alegria para alguém, o interesse pelo nosso dia é grande, a cor do esmalte, o que fizemos...
Há dias em que o amor toma conta e todo o resto fica esquecido, e há viagens maravilhosas!
Há dias em que a saudade fala mais alto...
Há dias plenos! De alegrias, de confiança, de compartilhamento, de sintonias! E depois há outros... De silêncio, de curtas e formais respostas.
Dias que parecem uma eternidade... Que machucam!
Há dias de escrever palavras mais “duras”, mas que não chegam onde deveriam.
Há dias em que entendemos o outro; em outros ele nos parece tão estranho!
Há dias em que nos sentimos cansados de tudo, dos problemas e sentimos que cansamos o outro.
Há dias em que achamos que somos alegrias e Luz na vida de alguém... Em outros nos sentimos apenas mais um peso na jornada desse alguém!
Há dias muito felizes... Outros de muita tristeza!
Há dias... Todos... Em que precisamos ouvir, falar, dividir...
Mas há dias em que nos sentimos tão solitários!
Há dias em que o sono nos toma  durante o dia e pela noite o perdemos completamente. Nesta madrugada de  hoje me sinto assim: as 04:h45 sem ter dormido e digitando este texto.
Há dias em que as palavras não chegam e achamos que não era pra chegar, porque não era para ouvirmos o que o outro queria dizer!
Há dias em que vivemos nossa vida, e sonhamos...
Há dias em que um sonho torna-se real em nossa vida, e aí nos perdemos em meio à “pré-conceitos”, a dúvidas, ao material, ao certo e ao errado.
Há dias em que sabemos o que é o errado.
Em outros, o certo nos parece tão errado!

Há dias em que desejamos nem pensar...

By Gisa

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