E então eu não acredito mais em nada: nem em palavras, nem em ações.
E então que a partir de agora será assim: morreu, acabou.
Eu também estou morrendo lentamente, lentamente a cada suspiro que não me pertence, a cada pensamento que não é meu, e então pode ser que algum dia eu volte a ter forças, e então o mundo voltará a ter cores e eu voltarei a acreditar nas coisas.
Mas por enquanto não, não por enquanto, não agora, não hoje, não na chuva.

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